Uma nova tatuagem. Uma, duas, três!
Duas novinhas em flor, e uma que renasceu.
Minhas flores, minha vida. O mesmo instante, o que faz e que é feito. A luta da vida pela vida. A beleza aos olhos. A beleza da vida. A beleza. Simples. Simplesmente.
Renasço todos os dias. Cresço todos os dias. Evoluo, entendo, aprendo. E sei que colho todas as flores que plantar. Tudo o que plantar.
Se a vida é feita de fenômenos, ela é um fenômeno por si só. E se ela é um fenômeno, eu também sou. A Lei da Vida está nas ações (e reações). As ações vêm dos pensamentos. Que vêm dos desejos. Que vêm de onde você quer que venha. Lá de dentro... De dentro de você.
Em busca da transformação constante, as flores desabrocham, crescem, dão sementes e morrem. Para seguir então o curso de seu fluxo vital. E poder continuar nos presenteando todos os dias, com o seu esplendor.
A pequena, segue seu curso também. Cada dia mais viva, mais forte, mais corajosa. Segue com firmeza, até encontrar o seu lugar.
as fotos, em breve no fotolog
Idéias, pensamentos, sentimentos e coisas que acontecem por aí... Sem pretensões... Aproveito e peço desculpas e compreensão a todos, mas não consigo ainda escrever de acordo com a nova gramática.
domingo, 23 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Fim de semana na serra
Cachoeiras de Macacu
Há uma hora e meia do Rio, Cachoeiras de Macacu é uma cidade pacata.
Pois não é que um casal de inigualáveis amigos, comemorando seus aniversários, me convidou para passar um fim de semana lá? Na Pousada do Escultor, lugar maravilhoso, tranquilo e agradável.

É uma pousada não convencional. Não tem café da manhã, nem almoço, nem jantar. E não vende nada. Bem perto, tem algum comércio. Conseguimos comprar Itaipava a 1,89, num depósito não tão pertinho pra ir a pé! rsrs... Em todos os quartos tem frigobar, televisão e suíte. Tem quartos de casal, de casal + um, e um comunitário onde cabem 8 pessoas.
Éramos 18 pessoas, e além de nós havia bem poucos hóspedes. Com uma piscina natural e uma tradicional, duas churrasqueiras e uma big cozinha comunitária, a pousada se transforma na casa do amigo.
Além disso tudo, tem o Paulo, o dono. Simpático e receptivo, é escultor. Artista de primeira qualidade, expõe suas peças de pedra na sala de sua casa. As peças estão mesmo a venda, e são realmente lindas e inspiradoras.
Vale a pena, um fim de semana relax, uma baguncina com amigos...
Quero voltar!
Há uma hora e meia do Rio, Cachoeiras de Macacu é uma cidade pacata.
Pois não é que um casal de inigualáveis amigos, comemorando seus aniversários, me convidou para passar um fim de semana lá? Na Pousada do Escultor, lugar maravilhoso, tranquilo e agradável.

É uma pousada não convencional. Não tem café da manhã, nem almoço, nem jantar. E não vende nada. Bem perto, tem algum comércio. Conseguimos comprar Itaipava a 1,89, num depósito não tão pertinho pra ir a pé! rsrs... Em todos os quartos tem frigobar, televisão e suíte. Tem quartos de casal, de casal + um, e um comunitário onde cabem 8 pessoas.
Éramos 18 pessoas, e além de nós havia bem poucos hóspedes. Com uma piscina natural e uma tradicional, duas churrasqueiras e uma big cozinha comunitária, a pousada se transforma na casa do amigo.
Além disso tudo, tem o Paulo, o dono. Simpático e receptivo, é escultor. Artista de primeira qualidade, expõe suas peças de pedra na sala de sua casa. As peças estão mesmo a venda, e são realmente lindas e inspiradoras.
Vale a pena, um fim de semana relax, uma baguncina com amigos...
Quero voltar!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Um evento surreal
Ontem, recebi um convite para assistir à estreia da peça Os Vermes, da tão aclamanda Cia dos Atores, no Sesc Copacabana. E lá fui com um amigo.
Me informaram que o horário correto da peça seria 21hs, porém certamente haveria atraso, pois o mesmo grupo apresentaria outra peça menor, antes. Dito e feito, só começou as 21:30hs mesmo. Mas estréia é estréia, e a gente entende.
A peça faz parte do projeto Auto Peças, realizado em comemoração dos 20 anos da companhia. É constituido de algumas peças diferentes, que estarão em cartaz no teatro, neste e no próximo mês. Eu devo assistir mais algumas, quem quiser me acompanhar, é só dizer!
Chegamos então as 21:10hs, e nos deparamos com uma super fila! Após conseguir os bilhetes (o que não foi tão difícil quanto pareceu a princípio), começamos a procurar o início da fila. Cadê? Vai e volta, é aqui não é, é ali! Não é não... vamos lá! Paramos no lugar certo, saímos, depois voltamos. Enfim, rimos bastante...
Entramos, e lá na arena podemos compravar que o teatro estava realmente lotado.
Começa a peça, que é - quase que eu poderia dizer literalmente - uma merda. Não, eu não estou esculachando o espetáculo, embora possa realmente parecer. A peça é divertida, inteligente e engraçada. Trata-se de uma viagem (literalmente) interior, por um serzinho que tanto desprezamos, chamado 'verme'. E o corpo pelo qual ele viaja é nada mais nada menos, o de um político corrupto e candidato a candidato a presidente da republica.
Atores novos, muito bons. Ousadia, bastante criatividade, crítica, e acertividade.
Gostei, recomendo.
Então, ganhamos o convite para ir na festa de estréia. Oba! Será que é boca livre? Nada nos garantia, mas mesmo não sendo, achamos que valeria. Pegamos um taxi, e fomos para o hotel Ouro Verde, na altura do Lido. Ao chegar na porta, ouvimos uma música alta, que provinha de algum lugar onde as pessoas cantavam alto junto, e certamente, estariam "requebrando até o chão". Olhamos um pro outro e pensamos: "não pode ser aqui". Por este motivo, não nos dirigimos a entrada do evento, mas sim a entrada do hotel, onde fomos informados que era ali do lado mesmo. Estranho, muito estranho... Mas ok, vamos lá. Entramos na parte de fora do recinto. E paramos na entrada para a pista, estarrecidos com as figuras e a "bombação". Rimos bastante, e novamente pensamos: "não pode ser aqui!". O segurança com certeza viu nossa cara, e veio nos avisar, já meio rindo, que o evento do tetro "era lá em cima". Ufa! rsrs
Subimos uns degraus, abrimos uma porta, e chegamos em uma escada. Olhando para cima, o que parecia nos aguardar era um ambiente tipo lounge. Calmo, musica tranquila... Que alívio! Quando realmente chegamos, entendemos que se tratava do restaurante do hotel. Mesas com hóspedes jantando, gringos, e aparentemente nenhuma pessoa do teatro. Então pensamos: "não pode ser aqui!!!". Ficamos horas parados em pé (pois não havia mesa livre), sem saber o que fazer. E nenhum garçon se deu ao trabalho de nos atender, perguntar se poderiam ajudar. Perguntamos então: onde é o evento do teatro?
R: É aqui mesmo!
Meio sem acreditar, demos uma volta pelo ambiente, chegamos em outro cômodo que parecia ser mais agradável, porém... Lá não tinha nada! Era somente um hall, com elevadores, quadros, algumas bandejas de pato (sabe aquelas do desenho do Pica Pau?) sobre alguns móveis antigos.
Enfim, não deu pra ficar lá. Chegamos a dar uma olhada no cardápio de drinks, todos caríssimos...
Conclusão? Fomos pro Galeria, dar um beijo no Chiquinho e prestigiar sua festa sucesso, Total Flex!
Ainda sofremos alguns acontecimentos inusitados... Mas estes, ficam só pra nós!
E a noite foi excelente e divertida!
Me informaram que o horário correto da peça seria 21hs, porém certamente haveria atraso, pois o mesmo grupo apresentaria outra peça menor, antes. Dito e feito, só começou as 21:30hs mesmo. Mas estréia é estréia, e a gente entende.
A peça faz parte do projeto Auto Peças, realizado em comemoração dos 20 anos da companhia. É constituido de algumas peças diferentes, que estarão em cartaz no teatro, neste e no próximo mês. Eu devo assistir mais algumas, quem quiser me acompanhar, é só dizer!
Chegamos então as 21:10hs, e nos deparamos com uma super fila! Após conseguir os bilhetes (o que não foi tão difícil quanto pareceu a princípio), começamos a procurar o início da fila. Cadê? Vai e volta, é aqui não é, é ali! Não é não... vamos lá! Paramos no lugar certo, saímos, depois voltamos. Enfim, rimos bastante...
Entramos, e lá na arena podemos compravar que o teatro estava realmente lotado.
Começa a peça, que é - quase que eu poderia dizer literalmente - uma merda. Não, eu não estou esculachando o espetáculo, embora possa realmente parecer. A peça é divertida, inteligente e engraçada. Trata-se de uma viagem (literalmente) interior, por um serzinho que tanto desprezamos, chamado 'verme'. E o corpo pelo qual ele viaja é nada mais nada menos, o de um político corrupto e candidato a candidato a presidente da republica.
Atores novos, muito bons. Ousadia, bastante criatividade, crítica, e acertividade.
Gostei, recomendo.
Então, ganhamos o convite para ir na festa de estréia. Oba! Será que é boca livre? Nada nos garantia, mas mesmo não sendo, achamos que valeria. Pegamos um taxi, e fomos para o hotel Ouro Verde, na altura do Lido. Ao chegar na porta, ouvimos uma música alta, que provinha de algum lugar onde as pessoas cantavam alto junto, e certamente, estariam "requebrando até o chão". Olhamos um pro outro e pensamos: "não pode ser aqui". Por este motivo, não nos dirigimos a entrada do evento, mas sim a entrada do hotel, onde fomos informados que era ali do lado mesmo. Estranho, muito estranho... Mas ok, vamos lá. Entramos na parte de fora do recinto. E paramos na entrada para a pista, estarrecidos com as figuras e a "bombação". Rimos bastante, e novamente pensamos: "não pode ser aqui!". O segurança com certeza viu nossa cara, e veio nos avisar, já meio rindo, que o evento do tetro "era lá em cima". Ufa! rsrs
Subimos uns degraus, abrimos uma porta, e chegamos em uma escada. Olhando para cima, o que parecia nos aguardar era um ambiente tipo lounge. Calmo, musica tranquila... Que alívio! Quando realmente chegamos, entendemos que se tratava do restaurante do hotel. Mesas com hóspedes jantando, gringos, e aparentemente nenhuma pessoa do teatro. Então pensamos: "não pode ser aqui!!!". Ficamos horas parados em pé (pois não havia mesa livre), sem saber o que fazer. E nenhum garçon se deu ao trabalho de nos atender, perguntar se poderiam ajudar. Perguntamos então: onde é o evento do teatro?
R: É aqui mesmo!
Meio sem acreditar, demos uma volta pelo ambiente, chegamos em outro cômodo que parecia ser mais agradável, porém... Lá não tinha nada! Era somente um hall, com elevadores, quadros, algumas bandejas de pato (sabe aquelas do desenho do Pica Pau?) sobre alguns móveis antigos.
Enfim, não deu pra ficar lá. Chegamos a dar uma olhada no cardápio de drinks, todos caríssimos...
Conclusão? Fomos pro Galeria, dar um beijo no Chiquinho e prestigiar sua festa sucesso, Total Flex!
Ainda sofremos alguns acontecimentos inusitados... Mas estes, ficam só pra nós!
E a noite foi excelente e divertida!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
R.E.M.
Começo este blog com um assunto um tanto quanto empolgante!
O show que aconteceu no HSBC Arena, neste sábado, dia 08, as 22:30hs.
Como fã da banda R.E.M., sou suspeita pra falar, pois mesmo se o show tivesse sido "fraquinho", eu certamente teria gostado só pelo simples fato de ver o Michael Stipe na minha frente. E detalhe, na minha frente e super perto!
O HSBC arena tem uma qualidade de som boa, iluminação, e bastante espaço. Achei o espaço excelente, acho inclusive que as cadeiras que ficam mais longe, devem valer a pena. Elas ficam lá no alto!
Só não gosto desse negócio que resolveram inventar agora, de "Pista Vip". A primeira vez que ouvi falar disso foi pro show da Madonna. Nesse caso, pelo porte do show, e até pelo status, a gente até entende. Mas pô, um show "pequeno", em casa de shows... Arrumaram mais um jeito de estorquir dinheiro da gente, né... Eu queria mto ter ido de VIP, mas não rolou $$ pra isso. De qualquer forma, a pista normal não deixou a desejar. Espaço pra dançar e ficar a vontade, e distância bem pequena. Até pra mim que sou baixinha e sempre sofro nas pistas, consegui ver tudo direitinho, o tempo todo! E ainda tive companhias excelentes... :)
Quanto ao setlist... Nossa... Pulei todo o show, sem acreditar no que estava ouvindo... Pontos fortes? Todos!...
Algumas das músicas que pra mim, foram perfeitas! Pra saber mais, acesse:
http://www.merchede.blogspot.com/
What's the Frequency, Kenneth?
Driver 8
Drive
Ignoreland (adoro essa música!)
Holow Man
Everybody Hurts
The One I Love
Let Me In
Bad Day
Orange Crush
It's the End of the World As We Know It (And I Feel Fine)
Supernatural Superserious
Nightswimming (foi foda, não esperava...)
Man on The Moon (o melhor final possível)
Michael, Mike e Peter demostraram estar em forma absoluta. Energia, vontade, amor ao público e muita animação e irreverência. Interação plena com a platéia. PERFEITO!
O telão, foi um show a parte. Ao vivo, com edições de imagem, leads, um verdadeiro espetáculo. Valia a pena de vez em quando olhar pra lá, ao invés do palco. Ainda mais que tinha um amigo que não parava de gritar: Olha o telão!!! Olha o telão!!! Não tinha como não ver.. hehehe

Mais um sonho realizado.
Não podia passar nessa vida sem assistir a esse show... Ainda mais frustrada por não ter conseguido ir no Rock´n Rio...
Pra terminar, fica um protesto e uma reclamação:
O show que aconteceu no HSBC Arena, neste sábado, dia 08, as 22:30hs.
Como fã da banda R.E.M., sou suspeita pra falar, pois mesmo se o show tivesse sido "fraquinho", eu certamente teria gostado só pelo simples fato de ver o Michael Stipe na minha frente. E detalhe, na minha frente e super perto!
O HSBC arena tem uma qualidade de som boa, iluminação, e bastante espaço. Achei o espaço excelente, acho inclusive que as cadeiras que ficam mais longe, devem valer a pena. Elas ficam lá no alto!
Só não gosto desse negócio que resolveram inventar agora, de "Pista Vip". A primeira vez que ouvi falar disso foi pro show da Madonna. Nesse caso, pelo porte do show, e até pelo status, a gente até entende. Mas pô, um show "pequeno", em casa de shows... Arrumaram mais um jeito de estorquir dinheiro da gente, né... Eu queria mto ter ido de VIP, mas não rolou $$ pra isso. De qualquer forma, a pista normal não deixou a desejar. Espaço pra dançar e ficar a vontade, e distância bem pequena. Até pra mim que sou baixinha e sempre sofro nas pistas, consegui ver tudo direitinho, o tempo todo! E ainda tive companhias excelentes... :)
Quanto ao setlist... Nossa... Pulei todo o show, sem acreditar no que estava ouvindo... Pontos fortes? Todos!...
Algumas das músicas que pra mim, foram perfeitas! Pra saber mais, acesse:
http://www.merchede.blogspot.com/
What's the Frequency, Kenneth?
Driver 8
Drive
Ignoreland (adoro essa música!)
Holow Man
Everybody Hurts
The One I Love
Let Me In
Bad Day
Orange Crush
It's the End of the World As We Know It (And I Feel Fine)
Supernatural Superserious
Nightswimming (foi foda, não esperava...)
Man on The Moon (o melhor final possível)
Michael, Mike e Peter demostraram estar em forma absoluta. Energia, vontade, amor ao público e muita animação e irreverência. Interação plena com a platéia. PERFEITO!
O telão, foi um show a parte. Ao vivo, com edições de imagem, leads, um verdadeiro espetáculo. Valia a pena de vez em quando olhar pra lá, ao invés do palco. Ainda mais que tinha um amigo que não parava de gritar: Olha o telão!!! Olha o telão!!! Não tinha como não ver.. hehehe
Mais um sonho realizado.
Não podia passar nessa vida sem assistir a esse show... Ainda mais frustrada por não ter conseguido ir no Rock´n Rio...
Pra terminar, fica um protesto e uma reclamação:
- Não há nada mais absurdo que meia entrada para estudantes no Rio de Janeiro.
- Itaipava a 5 reais NINGUÉM MERECE!!!
Novidade
Olá!!
Resolvi começar a brincar de blog. Mas, sem nenhuma pretensão... Aqui vou escrever idéias, pensamentos, vontades... Relatar acontecimentos, falar sobre "as coisas da vida".
Todo comentário será bem vindo!
beijos,
Jô
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